No artigo de hoje vais ficar a saber Como saber se sou psicopata, no nosso guia completo.

A psicopatia está entre os distúrbios mentais mais difíceis de diagnosticar e detectar. O psicopata pode parecer normal e até mesmo ser encantador.

No entanto, ao psicopata falta consciência e empatia, tornando-o manipulador, volátil e muitas vezes (mas não é sempre) criminoso.

Este distúrbio é objeto de fascínio popular e angústia clínica: a psicopatia adulta é amplamente impermeável ao tratamento.

Embora existam programas para tratar jovens insensíveis e sem emoção na esperança de impedir que eles se transformem em psicopatas.

Muitos psicólogos forenses, psiquiatras e criminologistas usam os termos sociopata e psicopata de forma intercambiável.

Como saber se sou psicopata

Como saber se sou psicopata
Como saber se sou psicopata

Uma vez que o termo psicopata não é um diagnóstico oficial, os especialistas referem-se aos sinais descritos em ASPD, Como saber se sou psicopata, Os principais especialistas discordam sobre se há diferenças significativas entre às duas condições.

Entretanto existem distinções claras e significativas entre eles.

Alguns dos sinais mais comuns a serem considerados para Como saber se sou psicopata, incluem:

  • comportamento socialmente irresponsável
  • desrespeitar ou violar os direitos dos outros
  • incapacidade de distinguir entre certo e errado
  • dificuldade em demonstrar remorso ou empatia
  • tendência a mentir frequentemente
  • manipulando e machucando os outros
  • problemas recorrentes com a lei
  • desrespeito geral em relação à segurança e responsabilidade

Outros comportamentos que podem ser sinais de ASPD incluem tendência a correr riscos, comportamento imprudente e ser enganador com mentiras frequentes.

Masand diz que alguém que exibe esse comportamento também pode não ter conexões emocionais profundas, ter um encanto superficial, ser muito agressivo e ficar com muita raiva às vezes.

Além disso, as pessoas com ASPD não se importam se machucaram alguém, são impulsivas e abusivas e não têm remorso. No caso da ASPD, abusivo não significa necessariamente violento.

A palavra psicopata é frequentemente mal utilizada pelo público em geral. É por isso que é importante desmistificar o termo e explicar o diagnóstico e a terminologia corretos a serem usados ​​ao descrever este conjunto específico de comportamentos.

Comportamentos observados em Psicopatas

Boa lábia

O psicopata é bem articulado e ótimo marketeiro pessoal. Como um ator em cena, conquista a vítima bajulando e contando histórias mirabolantes de si. Com meia dúzia de palavras difíceis, se passa por sociólogo, médico, filósofo, escritor, artista ou advogado.

Ego inflado

Ele se acha o cara mais importante do mundo. Seguro de si, cheio de opinião, dominador. Adora ter poder sobre as pessoas e acredita que nenhum palpite vale tanto quanto suas ideias.

Mentiroso patológico

Mente tanto que às vezes não se dá conta de que está mentindo. Tem até orgulho de sua capacidade de enganar. Para ele, o mundo é feito de caças e predadores, e não faria sentido não se aproveitar da boa-fé dos mais fracos.

Sede por adrenalina

Não tolera monotonia, e dificilmente fica encostado num trabalho repetitivo ou num casamento. Precisa viver no fio da navalha, quebrando regras. Alguns se aventuram em rachas, outros nas drogas, e uma minoria, no crime.

Reação estourada

Reage desproporcionalmente a insulto, frustração e ameaça. Mas o estouro vai tão rápido quanto vem, e logo volta a agir como se nada tivesse acontecido – é tão sem emoções que nem sequer rancor ele consegue guardar.

Impulsividade

Embora racional, não perde tempo pesando prós e contras antes de agir. Se estiver com vontade de algo, vai lá e consegue tirando os obstáculos do caminho. Se passar a vontade, larga tudo. Seu plano é o dia de hoje.

Comportamento Antisocial

Regras sociais não fazem sentido para quem é movido somente pelo prazer, indiferente ao próximo. Os que viram criminosos em geral não têm preferências: gostam de experimentar todo tipo de crime.

Ausência de culpa

Por onde passa, deixa bolsos vazios e corações partidos. Mas por que se sentir mal se a dor é do outro, e não dele? Para o psicopata, a culpa é apenas um mecanismo para controlar as pessoas.

Sentimentos superficiais

Emoção só existe em palavras. Se namorar, será pelo tesão e pelo poder sobre o outro, não por amor. Se perder um amigo, não ficará triste, mas frustrado por ter uma fonte de favores a menos.

Falta de empatia

Não consegue se colocar no lugar do próximo. Para o psicopata, pessoas não são mais que objetos para usar para seu próprio prazer. Não ama: se chegar a casar-se e ter filhos, vai ter a família como posse, não como entes queridos.

Irresponsabilidade

Compromisso não lhe diz nada – tende a ser mau funcionário, amante infiel e pai relapso.

Porém, como a família e os amigos são fonte de status e bens materiais, para cada mancada já tem uma promessa pronta: “Eu mudei. Isso nunca mais vai acontecer de novo”.

Má conduta na infância

Seus problemas aparecem cedo. Já começa a roubar, usar drogas, matar aulas e ter experiências sexuais entre 10 e 12 anos. Para sua maldade, não poupa coleguinhas, irmãos e nem animais.

Como identificar a Psicopatia

Quando falamos de psicopatia, estamos falando de um espectro. Ela pode ser identificada ou diagnosticada através da utilização de um checklist de 20 itens, desenvolvido por um psicólogo canadense chamado Robert D. Hare.

Hare é especialista em psicologia criminal e psicopatia, tendo escrito obras importantes como “Psicologia das Investigações Criminais”.

De acordo com o checklist idealizado por Hare, o limiar para a psicopatia clínica se dá através da obtenção de uma pontuação de 30 ou mais.

A anatomia do cérebro, a genética e o ambiente de uma pessoa podem contribuir para o desenvolvimento de traços psicopáticos.