No artigo de hoje vais ficar a saber Como sair de um relacionamento, no nosso guia completo.

Como sair de um relacionamento que não está dando certo? Embora certamente a maioria de nós tenha passado por essa situação, não é uma tarefa fácil.

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E é que as relações de casal são complicadas em si, e muitas vezes nos colocam em situações que exigem que tomemos decisões, às vezes muito dolorosas.

Neste artigo você encontrará várias orientações sobre como sair de um relacionamento que não está dando certo, que em nenhum caso pretendem ser um guia para todos os casos.

Mas sim um pequeno apoio a quem recorrer se formos forçados a enfrentar tais uma situação.

Por meio dessas diretrizes que propomos em relação a como sair de um relacionamento que não funciona, refletiremos sobre as diferentes fases pelas quais provavelmente passaremos desde quando duvidamos de nosso relacionamento.

Como sair de um relacionamento

Como sair de um relacionamento
Como sair de um relacionamento

Várias orientações para saber como sair de um relacionamento que não dá certo evitando problemas desnecessários. Como sair de um relacionamento, Veja Como sair de um relacionamento.

  • Pense no que você quer; Antes de descobrir como sair de um relacionamento que não está funcionando, é aconselhável ter mais ou menos certeza dessa decisão.
  • Embora seja verdade que na maioria das vezes, quando deixamos alguém, não estamos 100% claros, muitas vezes o que temos é que não queremos continuar assim. Portanto, antes de decidir qualquer coisa, pense bem no que você deseja da sua vida.
  • Faça um compromisso. Decida de uma vez por todas que você vai acabar com isso. O processo não será fácil. Sua convicção o levará adiante.
  • Conte com o apoio de familiares e amigos. Deixe os outros saberem de seu rompimento iminente. Descubra como eles podem ajudar. Talvez você precise de ajuda para se mover. Você pode precisar se animar quando estiver azul.
  • Crie sua rede de segurança antes de realmente precisar dela. Eles vão querer estar lá para você.
  • Faça uma pausa limpa. Não arraste as coisas. Tentar terminar as coisas em pequenos passos apenas prolonga o processo.
  • Não tente ser amigo. Você provavelmente não terá um relacionamento agradável após a separação. Haverá raiva e sentimentos de mágoa que precisam ser curados. Depois que a poeira emocional baixar, você poderá ser agradável.
  • Mas esse não é seu objetivo imediato.
  • Não sinta que precisa resgatar seu parceiro. A separação, sem dúvida, causará dor para o seu parceiro. Você não pode impedir que isso aconteça. Você não é responsável pelas emoções dele.
  • Preencher o vazio. Você terá muito tempo disponível após a separação. Pense em maneiras positivas de gastá-lo. Assistir a uma aula.
  • Faça trabalho voluntário. Junte-se a uma academia. Redecore sua cozinha. Você conhecerá gente nova e se sentirá bem consigo mesmo.

Por que é tão difícil sair de um relacionamento tóxico?

As relações tóxicas afetam a saúde e a autoestima dos membros da relação, causam infelicidade e insatisfação e, apesar do sofrimento que causam, é muito difícil sair delas. Por que isso acontece?

Para responder a essa pergunta, é essencial entender que existem dois tipos de relacionamentos, relacionamentos saudáveis, ganha-ganha, e relacionamentos tóxicos, perdedores.

Obviamente não há relacionamentos em que tudo é ganha-ganha: todos os relacionamentos têm algo saudável e algo tóxico. No entanto, existem relacionamentos que estão presos no pólo perde-perde.

E eles são o que chamamos de relacionamentos tóxicos. O grande problema que existe no tipo de relacionamentos tóxicos e por que é tão difícil sair, tem a ver com uma confusão em que tanto no relacionamento vivenciam esse perde-perde como perde-ganha.

A relação tóxica e os problemas não resolvidos de cada um no casal

É muito revelador que nas relações tóxicas submetidas à análise, constatamos que ambos viveram uma experiência no passado (mesmo na infância) relacionada à questão que atualmente os faz sofrer.

Assim, por exemplo, uma mulher, Ana, que atualmente sofre de atitudes manipuladoras e controladoras de seu parceiro no relacionamento, provavelmente já sofreu na infância por um problema semelhante ou equivalente;

Talvez precisamente isso, tendo tido um pai ou mãe superprotetora e controladora que, em sua experiência, a privou de sua liberdade.

Isso constitui um desafio que você terá que assimilar no futuro, e esse desafio tem a ver com poder colocar um prazo nessa experiência de perda ou sofrimento que você viveu no passado. Contudo, ouvimos que há riscos nas famílias de padrões de repetição.

Tem justamente isso: é possível afirmar que há uma tendência a encontrar na vida adulta o que nos fez sofrer no passado e que justamente queríamos enterrar no passado, na medida em que continua sendo um problema não resolvido.

Em outras palavras, o fato de nos encontrarmos nessa situação na vida adulta é um sintoma de que continua sendo um problema que não resolvemos adequadamente, e o relacionamento nos confronta e nos obriga a atendê-lo no presente.

E o complicador da questão é que é algo recíproco, ou seja, tanto um quanto o outro apresentam essa tendência.

Assim, por exemplo, é provável que o parceiro controlador de Ana, Juan, também tenha sofrido com o abandono na infância (ou alguma outra situação comparável), e o medo de ser abandonado o leva a querer controlar seu parceiro hoje.

Exemplo em que um relacionamento pode se tornar tóxico ou prejudicial

Pensemos em uma mulher que na infância sofreu com o abandono do pai, e tem o desafio de assimilar que uma pessoa que não deu importância a ser confiável (seu pai, desde que deixou a família) a machucou e por isso fez ele perder alguma coisa.

Assimilar isso tem a ver com poder ter certeza de que a perda (o que foi perdido) não é para sempre, ou seja, poder recuperar o que foi perdido.

Nesse sentido, se o abandono o fez sentir que valia menos porque seu próprio pai não queria estar ao seu lado, então assimilá-lo tem a ver com a recuperação desse próprio valor; sem permitir que seja algo que foi perdido por toda a vida.

Para compreender esse processo de assimilação podemos pensar na imagem da cura de uma ferida, para que não caminhemos pela vida com uma ferida aberta.