Como ser uma BOA MÃE ou um bom PAI: 20 orientações

Como ser uma BOA MÃE ou um bom PAI: 20 orientações
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Como ser uma boa mãe ou pai

A forma de exercer a maternidade e a paternidade é determinada pelas diferentes atitudes e ações que pais e mães desenvolvem na educação de nossos filhos. Existem diferentes estilos de criação de filhos e muitas maneiras de compreender a educação. E existem tantas tendências e tantas teorias que às vezes é difícil saber como ser uma boa mãe ou pai. Como deve ser uma boa mãe? Quais são as qualidades de um bom pai? É difícil definir, mas existem certas habilidades e aptidões parentais que são características da paternidade positiva.

No artigo a seguir para bebês, mostramos o 20 diretrizes essencial para exercer uma maternidade respeitosa e positiva.

Cubra as necessidades físicas básicas

A primeira das funções que pais e mães responsáveis ​​devem cumprir é atender às necessidades fisiológicas básicas de seus filhos, tais como: alimentação saudável, sono, higiene, saúde, habitação, abrigoetc. Essas necessidades são básicas na medida em que garantem a sobrevivência física da criança. Negligenciar essas necessidades pode levar a sérios problemas de saúde ou de crescimento e desenvolvimento.

Aborde as necessidades emocionais

Depois de atender a essas necessidades fisiológicas iniciais, é essencial atender às necessidades emocionais das crianças. Embora sempre tenha sido muito óbvio atender e cuidar das necessidades biológicas das crianças, não foi tão óbvio responder às suas necessidades emocionais. Porém, está comprovado cientificamente como essas necessidades são fundamentais, igualmente, na sobrevivência e no bom crescimento e desenvolvimento das crianças. É por isso que Um bom pai / mãe atenderá adequadamente às demandas afetivas e emocionais de seus filhos cientes de que, com isso, você vai promover uma boa base de segurança e confiança em seus filhos.

Respeite os ritmos evolutivos e pessoais

Os ritmos infantis são totalmente estranhos aos ritmos frenéticos do mundo adulto. Para promover o bom desenvolvimento infantil, os pais devem compreender e respeitar esses ritmos, necessários para consolidar uma boa aprendizagem e que serão determinados pelo nível de desenvolvimento da criança e por suas características pessoais. Portanto, se você quer ser um bom pai, deve ter em mente que os bebês precisam de um acompanhamento sem pressa.

Acompanhar e orientar

Até não muitas décadas atrás, as crianças eram percebidas como “recipientes vazios” que precisavam ser instruídos e educados para serem preenchidos com aprendizado e conhecimento. Porém, a ciência tem mostrado que o ser humano, desde a sua gestação, possui uma habilidade inata que o motiva a aprender para satisfazer suas necessidades e preocupações internas. A melhor forma de respeitar este processo é acompanhá-lo para intervir no momento necessário e orientá-lo no caminho mais conveniente.

Como ser um bom pai ou mãe - Acompanhar e orientar

Respeite e incentive suas necessidades de exploração natural e jogo livre

Por causa dessa motivação inata de aprender continuamente, é importante que os pais respeitem e incentivem nos momentos de tédio suas necessidades de exploração natural. O brincar livre é a forma natural por excelência através da qual as crianças conhecem e aprendem sobre tudo o que as rodeia. Esta é outra das habilidades parentais características de uma boa mãe.

Ofereça oportunidades de crescimento, aprendizagem e desenvolvimento

Para que sua capacidade de explorar leve a um bom aprendizado, é necessário que os pais ofereçam e criem ambientes e oportunidades por meio do qual seus filhos ou filhas podem se desenvolver e realizar a aprendizagem de seu próprio nível evolutivo. Portanto, oferecer oportunidades para que o bebê aprenda coisas novas é outra das diretrizes essenciais para ser um bom pai ou mãe.

Seja atencioso e conciliador

Bons pais e mães são pessoas atenciosas. Este é um dos valores fundamentais para favorecer o desenvolvimento físico, emocional e psicológico adequado das crianças. Mostrar carinho Por meio de carícias, abraços, mesmo com boas palavras e atenção, permite que a criança se sinta segura e confie nas pessoas como fonte de alimento e proteção. Essa característica é possuída por pais democráticos e permissivos, enquanto está ausente ou é muito baixa em pais autoritários.

Promova sua capacidade de autorregulação e autonomia

Como foi demonstrado desde psicologia perinatal, as crianças possuem uma capacidade inata de autorregulação, ou seja, seu próprio processo evolutivo as leva a buscar oportunidades de aprendizagem para consolidar os conhecimentos necessários de acordo com suas necessidades atuais. Bons pais e mães devem favorecer este processo de auto-regulação para facilitar sua autonomia, para que possam desenvolver progressivamente as habilidades necessárias para se defenderem por si próprios.

Comunique-se de forma aberta e assertiva

Outro aspecto importante que caracteriza os bons pais é a comunicação aberta e empática, por meio da qual criam uma atmosfera de conselho que permite que filhos e filhas compartilhem suas experiências, preocupações e preocupações com total tranquilidade e confiança de que serão ouvidos e respeitados.

Seja um exemplo de comportamento

Bebês aprendem principalmente por meio de modelagem ou imitação comportamental. Por isso, além das explicações que podemos dar aos nossos filhos e filhas sobre o que é correto ou não, bons pais são aqueles que transmitem esses valores sendo eles próprios um exemplo de comportamento.

Promova relacionamentos respeitosos e cordiais

Uma das formas de garantir uma correta socialização dos nossos filhos e que as suas relações sociais sejam abertas e positivas é promover um clima familiar onde se proporcionam relações de respeito e cordialidade. Como acabamos de mencionar, o próprio exemplo é o melhor guia para gerar aprendizado e, neste caso, os bebês vão internalizar esses tipos de relações e reproduzi-los em suas próprias interações sociais. Bons pais e boas mães são um exemplo de assertividade.

Tenha interesse em suas vidas

Bons pais são aqueles que se preocupam com a vida de seus filhos, sempre respeitando sua necessidade de privacidade e intimidade. Converse com eles e se preocupe como eles estão, o que os interessa, se eles estão bem, etc. oferece conforto, segurança e confiança crianças e faz com que se sintam cuidadas, amadas e respeitadas.

Ouça e seja empático

Para que nossos filhos se sintam levados em consideração, é importante que os pais os escutem e demonstrem empatia por eles. Este fato irá permitir-lhes internalizar que eles são valiosos para seus paisportanto, eles são valiosos para o mundo. Portanto, uma das habilidades parentais a serem praticadas para ser um bom pai ou mãe é escuta activa e a empatia.

Como ser uma boa mãe ou pai - Ouça e tenha empatia

Promova a autorregulação emocional

As crianças se expressam instintivamente de forma emocional e isso, em algumas ocasiões, como no caso das emoções negativas, é incômodo, desagradável e de difícil manejo para elas. Os pais com habilidades educacionais favorecem o processo de autorregulação emocional para que seus filhos possam controlar o gerenciando suas próprias emoções para que eles próprios e os outros se beneficiem. Neste artigo, falamos sobre como controlar emoções negativas em crianças.

Oferecer e garantir estabilidade e rotinas

Ofertas de educação responsável e positiva ambientes estáveis ​​e organizar rotinas básicas necessárias (horários de sono, alimentação, higiene, etc.) para garantir uma sensação de segurança aos seus filhos. Neste artigo, propomos 20 regras básicas para meninos e meninas em casa.

Estabilidade emocional e capacidade de autorregulação

Os pais que educam com disciplina respeitosa são pessoas com alto grau de estabilidade emocional e grande capacidade de autorregulação, o que os permite ser gerenciado internamente para que seus desconfortos pessoais não sejam descarregados em familiares. Dessa forma, favorecem um clima de calma e respeito mútuo. Aqui podemos ver estratégias e técnicas de gestão emocional.

Ofereça qualidade, mas também quantidade de timeshare

Há anos, foi ampliado, entre as diretrizes educacionais recomendadas aos pais, para oferecer tempo de qualidade aos filhos, independentemente do tempo oferecido. Hoje, acrescenta-se que, embora isso seja importante, passar um tempo mínimo razoável com nossos filhos ainda é importante. As crianças praticamente sempre precisam estar acompanhadas e o tempo compartilhado com os pais supõe, desde a mais tenra idade, um momento fundamental para seu desenvolvimento emocional e psicológico. Portanto, ser um bom pai ou mãe envolve dedicar tempo de qualidade e tanto quanto possível aos seus filhos e filhas.

Estabeleça limites claros com sobriedade

Bons pais e boas mães são aqueles que cuidam dos filhos com amor, são empáticos e assertivos, e também estabelecem limites claros de convivência familiar e social. Para isso, a sobriedade é necessária, graças à qual podemos diferenciar aquelas regras e limites desnecessários que cortam a liberdade e as necessidades de nossos filhos sem necessidade, daqueles limites necessários e positivos para o seu desenvolvimento pessoal ideal.

Transmita a importância do esforço e de um trabalho bem executado

Em um momento social como o nosso, em que necessidades menos importantes podem ser atendidas de imediato, é fundamental que os pais transmitam aos filhos a importância de se empenhar pelo que realmente os motiva e de trabalhar para isso. Isso vai permitir que eles definir objetivos e metas em suas vidas e tomar as medidas necessárias para alcançá-los.

Aceite seus próprios erros e incentive a busca por soluções

Diante de conflitos e problemas que podem surgir na vida de nossos filhos, é importante que os pais ensinem seus filhos aceitar e assumir a responsabilidade de seus próprios erros e incentivá-los a buscar soluções construtivas. Isso lhes dará várias ferramentas para não se frustrarem e se adaptarem e serem flexíveis diante das mudanças e incertezas que possam surgir em suas vidas.

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Bibliografia

  • ANFAP (2020). O Método Montessori. Magister, Formação de Professores.
  • Ramirez, P. (2019). Eduque com serenidade. Grijalbo.
  • Torres, C. (2015). Maternidade e Paternidade Responsáveis. SlideShare.