Quantas vezes um casal tem relação por semana

Quantas vezes por semana um casal tem relação? No artigo de hoje vais descobrir Quantas vezes um casal tem relação por semana.

De acordo com um estudo recente, fazer sexo pelo menos em dias alternados é a chave para ter um casal unido e saudável. Outras pesquisas científicas relatam que fazer sexo uma vez por semana permite alcançar um nível de bem-estar.

É claro que o sexo é um aspecto fundamental em qualquer relacionamento. Sobre o que não há dados precisos é sobre a quantidade e frequência das relações sexuais que é necessário praticar para se ter, nesse sentido, uma vida plena.

Embora boa parte dessa questão varie de pessoa para pessoa, a ciência tentou determinar  alguns parâmetros válidos  para todas as pessoas.

Foi assim que uma equipe formada por pesquisadores da Florida State University e da University of California, ambas nos Estados Unidos, chegou à conclusão de que  fazer sexo em dias alternados é fundamental para a união e o bem-estar do casal.

Quantas vezes um casal tem relação por semana

Quantas vezes um casal tem relação por semana
Quantas vezes um casal tem relação por semana

Para valer a pena, um terceiro estudo dividiu a frequência sexual por idade. Quantas vezes um casal tem relação por semana? Os especialistas em terapia sexual são bem claros: “Três ou quatro são números para se ter em mente” Ou seja, três vezes por semana ou quatro, se o dia a dia te deixa espaço para mais uma picadinha no ar!

Quantas vezes por semana um casal tem relação?

De acordo com os dados GSS de 2018, apenas 5% das pessoas casadas disseram que fizeram sexo quatro ou mais vezes por semana. Portanto, não, não é muito comum casais fazerem sexo todos os dias.

Mais benefícios do sexo frequente

Fazer sexo com frequência tem muitas outras consequências positivas. Além de contribuir para o bem-estar de pessoas e casais, funcionam como exercício físico,  previnem a depressão  e ainda trazem benefícios em relação a problemas como insônia e doenças cardiovasculares e de pele, entre outros.

E ainda mais:  de acordo com um estudo da Universidade McGill, no Canadá, as mulheres que fazem mais sexo desenvolvem em maior medida o tecido nervoso do hipocampo, uma área do cérebro ligada a um certo tipo de memória.

Especificamente, essas mulheres desenvolveram mais o tipo de memória abstrata que é posta em prática ao lembrar de palavras. Em vez disso, para lembrar rostos, o grau de memória dessas mulheres era semelhante ao daquelas cuja frequência sexual era menor.

Segundo os autores da pesquisa, publicada no final de 2016 na revista  Archives of Sexual Behavior, entre as chaves para esse benefício estão algumas das características do sexo já mencionadas: exercício físico e menos depressão e estresse.

E também o fato de que algumas substâncias químicas que o corpo libera ao fazer sexo estão associadas à memória.

Quem faz mais e menos sexo?

Talvez não surpreendentemente, as pessoas que têm um parceiro fixo fazem sexo com mais frequência do que aquelas que não têm. E aqueles que começaram um relacionamento recentemente tendem a ter mais relacionamentos do que aqueles que estão em um relacionamento há anos.

Os casais tendem a fazer menos sexo entre os estágios finais da gravidez e nos anos após o nascimento de um filho.

Pessoas que têm um parceiro estável fazem sexo com mais frequência

Quando você realmente vê uma grande queda na atividade sexual é quando você envelhece. Ninguém sabe ao certo o porquê: talvez porque seja muito cansativo ou porque tantos anos com o mesmo parceiro levam à perda do interesse sexual por ele.

A isto acrescenta-se que com a idade começam a surgir problemas de saúde, sobretudo nos homens, que começam a perder a capacidade de aparecer e/ou  manter uma ereção.

Quanto tempo deve a relação sexual?

Um terceiro estudo fornece outra informação interessante, que associa sexo e tempo. Mas neste caso não se trata da frequência dos relacionamentos, mas da duração deles. É bastante difundida a ideia de que  quanto mais longo  o ato sexual, mais prazeroso ele é. Mas é realmente assim?

Eric Corty e Jenay Guardiani, pesquisadores da Pennsylvania State University,  perguntaram a 50 sexólogos  da Society for Sex Therapy and Research nos Estados Unidos e Canadá qual é a duração mais apropriada para a relação sexual. 

A opinião da maioria foi de que é desejável que dure  entre 7 e 13 minutos. Mesmo um encontro sexual entre 3 e 7 minutos foi qualificado como “adequado” por esses especialistas.

Se a relação dura 1 ou 2 minutos, os terapeutas marcam como “muito curta”, enquanto se ultrapassa 13 minutos é “muito longa”. Qual o problema de demorar tanto? Não apenas a exaustão que o corpo pode começar a sentir, mas também  irritações e desconfortos.

Por esse motivo, a conclusão do trabalho aponta que “esses dados podem ajudar a mudar as expectativas” e evitar uma situação de angústia e estresse, pois “tentar atingir uma meta que não seja razoável pode causar danos psicológicos”.