Superproteção infantil: como evitá-la? – Meu bebê e eu

Superproteção infantil: como evitá-la? – Meu bebê e eu
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Mamãe e papai têm o dever de Ajude seu filho a construir uma imagem interior tão positiva quanto possível. É essa imagem que também deve ser sustentada quando a realidade não é muito favorável. Para conseguir, a proteção necessária deve ser medida, bem como os estímulos para conhecer o mundo e ser autônomo.

O que fazer para não superproteger você

Transmita à criança uma percepção tranquilizadora do mundo. Ver os perigos em todos os lugares e não conceder-lhes gradativamente a autonomia necessária gera muita insegurança. Adicionar uma dose constante de ansiedade também significa arriscar bloquear ou atrasar muitas de suas descobertas.

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Ttente dar um exemplo a ele, mostrando que, mesmo que ele esteja errado e as coisas não saiam como ele gostaria, sempre existe a possibilidade de resolver problemas. A criança adquire essa atitude a partir do ambiente em que cresce e “absorve” por imitação.

Lembre-se de que a superproteção dos pais, a longo prazo, afeta a criança. O pequenino superprotegido pode desenvolver um senso de inferioridade e de deficiência, permanecendo excessivamente amarrado e dependente dos pais.

Você tem que dar confiança à criança quando ela garante que “não pode” fazer algo. Nos primeiros anos, a criança deve aprender muitas habilidades e seus movimentos devem ser aperfeiçoados. Quando você fica desanimado e fala de si mesmo, destacando apenas o negativo (“não consigo”), é importante refutar o seu ponto de vista, mostrando que você pode fazer muitas coisas sozinho.

Sentir que a mãe e o pai cuidam dele dá a ele uma grande segurança. Elogiá-lo quando ele consegue fazer algo sozinho ou ajudá-lo sem drama quando ele tropeça e cai, são outros estímulos que ajudam a aumentar sua autoestima.

Incutir muito medo pode diminuir a vitalidade das crianças e, em qualquer caso, faça-os escolher o caminho errado. Alguns estudos associam o comportamento excessivamente tímido dos pais aos comportamentos transgressivos e agressivos dos filhos, uma vez que são mais velhos.

O que não fazer para não te dominar

Não subestime os medos da criança, mas não exagere com compaixão. Quando é chamado de “coitadinho”, na verdade, os efeitos do consolo estão apenas sendo atenuados. Na verdade, parecerá para a criança que existe uma ameaça real ao medo.

Não exagere nos avisos do tipo “tenha cuidado, você vai cair”ou “não vá lá, é perigoso”. Repetir essas frases continuamente, tentando evitar o inevitável confronto com o risco, pode criar na criança o medo de não conseguir se defender e de dominar sua integridade.

Nou fazer coisas por ele quando ele não pode fazer algo. Protegê-lo de frustrações não o ajuda a ser autônomo. A autoestima da criança é formada nos primeiros anos de vida, a partir dos julgamentos que se expressam sobre sua pessoa e sobre suas habilidades.

Não intervenha imediatamente assim que a criança sofrer um ato de arrogância de outra criança sua idade. Caso contrário, ele nunca aprenderá a se defender e sempre contará com a ajuda de seus pais.