The Quarry é um jogo eletrônico de drama interativo desenvolvido pela Supermassive Games empresa por trás de Until Dawn e da franquia The Dark Pictures Anthology. A empresa ficou bem conhecida por trazer jogos com a temática de terror e suspense que fazem os jogadores tomarem decisões que podem afetar os seus amigos e colegas e com isso mudar os finais.

Este Jogo foi publicado pela 2K Games. É considerado um sucessor espiritual de Until Dawn (2015), e foi lançado para Microsoft Windows, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S em 10 de junho de 2022.

The Quarry, assustador e incrível! Analise completa!

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The Quarry é um jogo de drama interativo de terror de sobrevivência jogado a partir de uma perspetiva de terceira pessoa. No jogo, o jogador assume o controle de sete adolescentes (Abigail, Dylan, Kaitlyn, Emma, Nick, Ryan e Jacob) diferentes que devem sobreviver a uma noite na Pedreira Hackett.

O jogador deve tomar decisões diferentes, que podem mudar o desenvolvimento dos personagens, o enredo, bem como a relação entre os diferentes protagonistas. Todos os personagens jogáveis podem morrer até o final do jogo, e cada personagem tem potencialmente 10 – 12 maneiras diferentes de morrer.

The Quarry está sendo posicionado como o primeiro verdadeiro acompanhamento espiritual do estúdio para Until Dawn, dado o seu escopo maior e ângulo de terror.

Sua configuração é  muito familiar e é  o tecido muito familiar que os une. As muitas cenas de The Quarry estão cheias de opções de diálogo e eventos rápidos sendo intercaladas entre breves sessões onde o jogador anda por uma área para pegar pistas, colecionáveis ​​ou bugigangas aleatórias.

A princípio, o jogo possui aproximadamente 10 horas de duração, embora a morte precoce de certos personagens possa fazer com que o final seja resumido em cerca de 7 horas.

As escolhas de diálogo conscientes compõem a grande maioria do jogo, sendo uma minoria composta pelos eventos de tempo rápido. Algumas das escolhas levam a dilemas interessantes que pressionam o jogador a decidir de forma rápida o que pode levar a ramificações terríveis mais tarde.

O melhor de tudo é que estas escolhas se encaixam perfeitamente no género de terror e também tem riscos e resultados óbvios; cabe ao jogador pesar isso de forma estressante no momento.

As, mas escolhas levam a eventos são aleatórios, excessivamente punitivos ou anticlimáticos. Existem vários caminhos que não têm vantagens ou desvantagens claras, o que significa que uma única decisão aparentemente inócua pode levar alguém inevitavelmente a ser estripado.

A sobrevivência nem sempre é baseada na intuição e na atenção, mas muitas vezes é baseada na clarividência ou na sorte. Ter resultados mal previstos pode ser frustrante, mas isso torna o jogo mais realista, pois, numa situação de vida ou morte, tomamos decisões que achamos corretas, mas o mundo não gira em torno de nos, pode ser uma decisão certa, mas mesmo assim dar errado.

Revisão da Pedreira: A Pedreira Estranha

Interatividade, ou a falta dela, é o maior problema geral com a sua filosofia geral em relação às escolhas, visto que são apresentadas de forma restritiva e sem imaginação, pondo em questão a dependência excessiva do jogo em eventos rápidos e escolhas de diálogo.

Relegar a maioria das decisões do jogo a esses bits levemente interativos é datado e não é tão inventivo ou emocionante quanto antes. A Supermassive garantiu isso porque este é o sexto jogo desse tipo que o desenvolvedor lançou desde 2015 ( e o sétimo será lançado ainda este ano).

Colocar uma porção maior dessas decisões mais diretamente nas varas seria uma maneira melhor de avançar o gênero e superaria a técnica atual de telas de escolha constante e eventos rápidos. Por exemplo, em vez de escolher se esconder ou fugir, os jogadores devem poder correr para o armário se quiserem se esconder e sair correndo pela porta se quiserem escapar.

As partes em que os jogadores controlam diretamente um personagem ainda limitadas, pois, geralmente não têm um impacto perceptível no que acontece e quase sempre são bastante lineares.

Os personagens do têm um dos melhores gráficos dos jogos, atuais. 

Os Gráficos hiper-realistas do The Quarry, são incríveis, os detalhes de cada personagem, dos objetos e locais do jogo, dão aquele toque sensacional muito necessário nos jogos de terror.

Isso é um ponto muito positivo para a Supermassive Games que evolui cada vez mais na sua engine e nesse estilo de jogo. Lembrando que foi esta experiencia, que impediu aos gamers de terem um contanto profundo com o seu jogo anterior da companhia (Until Dawn), os gráficos não eram nada realistas dando a sensação de estar a ver um desenho animado de 2001.

E para deixar o jogo ainda mais parecido com filme, a Supermassive Games, contou com a presença de vários atores no projeto como Ariel Winter (Modern Family), Justice Smith (Jurassic World), Brenda Song (Dollface), Miles Robbins (Halloween) Halston Sage (Como sobreviver a um ataque Zumbi) Zack Tinker (13 Reasons Why), Evan Evagora (A Ilha da Fantasia) e outros grandes nomes. Por isso não se assuste se ao jogar o game pensar que já viu aquele rosto em algum lugar.

Com certeza a Supermassive Games, mostrou uma evolução aqui, mais uns pequenos ajustes e eles chegam perto da perfeição.

PONTUAÇÃO : 9/10